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Sandra Lúcia Nascimento é Coach e Consultora Organizacional na Área de Pessoas. É especializada em Coaching Integrado - Coaching Executivo, Life Coaching e Quantum Evolution pelo ICI Integrated Coaching Institute - Credenciado pelo ICF International Coach Federation. Tem Formação Internacional de Coaching, Mentoring e Holomentoring ISOR (HOLUS). É Diretora da Caciari Treinamentos Ltda, atuando no desenvolvimento de pessoas e organizações, há 23 anos. > Consultora Empresarial na área de Pessoas > Coach de Vida > Palestrante Comportamental

terça-feira, 15 de maio de 2012

O Bem Maior

Aristóteles afirmou que “para o homem não existe maior felicidade que a virtude e a razão”. A ideia de um bem maior surgiu há mais de 2.000 anos, nos ditos de Platão e do próprio Aristóteles. Esse bem comum tão desejado por todos poderia ser definido como condições gerais que permitissem vantagens a todos. Siddhartha Gautama, (O Buda) no século VI a.C, já proferiu a definição de bem “como aquilo que não pre
judica ao ser e nem a terceiros”. Se cada um lutasse e fosse coerente às suas necessidades, sem que a ambição o levasse a querer mais do que precisa, provocaríamos um comportamento generalizado que fizesse nascer uma noção de ética mais igualitária? Aquilo que me afeta como termômetro daquilo que afetaria o outro. Não querer para os outros aquilo que não quero para mim. Simples, coerente, justo! A questão é encontrar esse termômetro e fazê-lo funcionar em cada ser humano. Talvez, assim, usando-nos de uma filosofia tão simplista, a humanidade poderia usufruir respeito, saúde, educação, moradia, segurança, trabalho, ar, água, amor e paz. Talvez, assim, descobriríamos o verdadeiro sentido da palavra “comunidade”, uma unidade comum a todos. A liberdade de cada um respeitada e utilizada como marco da liberdade do outro. Talvez, assim, inaugurássemos de verdade, o bem maior ao maior número de seres humanos. Talvez, assim, a solução para a continuidade do Planeta fosse encontrada. Um Planeta comum, a pessoas comuns, com ideais comuns, com necessidades comuns, dosadas pelo senso comum de que ética é “simplesmente" muito “simples”. É a repetição de um sonoro ditado empoeirado pelo tempo, nas palavras “simples” dos nossos ancestrais que traduziam, mesmo que inconscientemente, Buda e Aristóteles: “não faças aos outros o que não queres que façam a ti...” É “simples”! E ponto! Hai! Sandra Lúcia Coach Life

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