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Sandra Lúcia Nascimento é Coach e Consultora Organizacional na Área de Pessoas. É especializada em Coaching Integrado - Coaching Executivo, Life Coaching e Quantum Evolution pelo ICI Integrated Coaching Institute - Credenciado pelo ICF International Coach Federation. Tem Formação Internacional de Coaching, Mentoring e Holomentoring ISOR (HOLUS). É Diretora da Caciari Treinamentos Ltda, atuando no desenvolvimento de pessoas e organizações, há 23 anos. > Consultora Empresarial na área de Pessoas > Coach de Vida > Palestrante Comportamental

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Os Valores Humanos... aonde estão?



Com tantas atrocidades ocorrendo no mundo, convém pararmos para pensar em que momento perdeu-se o senso de valor? Para onde foi o respeito e o valor que o ser humano deveria dar à sua vida e à vida do outro?

Aristóteles (384 a 322 a.C) afirmou que “para o homem não existe maior felicidade que a virtude e a razão”.
Buda no século VI a.C, já proferiu a definição de bem “como aquilo que não prejudica ao ser e nem a terceiros”.
A partir desse foco de pensamento surge o questionamento: A sociedade é ética e boa para todos os indivíduos?
O BEM deve ser esperado do meio social para o indivíduo ou deve partir de cada indivíduo para o meio social de modo que este possa ser contaminado por uma conduta coletiva?
Se cada um lutasse e fosse coerente às suas necessidades, sem que a ambição o levasse a querer mais do que precisa, provocaríamos um comportamento mais humano?
A questão é complexa. Poderíamos resumi-la de uma maneira mais simples e real. Ética deveria ter, como ponto limítrofe, o direito do outro. Aquilo que me afeta como termômetro daquilo que afetaria o outro.
O não-querer para os outros aquilo que não quero para mim. Simples, coerente, justo!
A questão é encontrar esse termômetro e fazê-lo funcionar em cada ser humano. Talvez, assim, usando-nos de uma filosofia tão simplista, a humanidade poderia usufruir respeito, saúde, educação, moradia, segurança, trabalho, ar, água, paz...
Talvez, assim, inaugurássemos de verdade, o bem maior ao maior número de seres humanos. Poderíamos compreender que compartilhar é: não ter além do que preciso realmente.
Talvez, assim, a solução para a continuidade do Planeta fosse encontrada. Um Planeta comum, a pessoas comuns, com ideais comuns, com necessidades comuns, dosadas pelo senso comum de que o "BEM" é “simplesmente" muito “simples”.
É a repetição de um sonoro ditado empoeirado pelo tempo, nas palavras “simples” dos nossos ancestrais que traduziam, mesmo que inconscientemente, Buda e Aristóteles: “não faças aos outros o que não queres que façam a ti...” É “simples”! E ponto!

Hai!
Sandra Lúcia

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