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Sandra Lúcia Nascimento é Coach e Consultora Organizacional na Área de Pessoas. É especializada em Coaching Integrado - Coaching Executivo, Life Coaching e Quantum Evolution pelo ICI Integrated Coaching Institute - Credenciado pelo ICF International Coach Federation. Tem Formação Internacional de Coaching, Mentoring e Holomentoring ISOR (HOLUS). É Diretora da Caciari Treinamentos Ltda, atuando no desenvolvimento de pessoas e organizações, há 23 anos. > Consultora Empresarial na área de Pessoas > Coach de Vida > Palestrante Comportamental

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Falando de Mapa Mental



“Quando você tiver uma resposta para tudo, saberá que deixou de aprender” (Richard Bandler)

O nosso Mapa mental é a soma de nossas crenças, valores e experiências.
Este mapa cria filtros e determina o que é certo ou errado para cada um, retratando um modelo de mundo que temos.
Vivemos dentro do nosso mapa mental e confundimos a realidade com esse mapa, pois a realidade não muda, nós é que mudamos nossa forma de ver essa realidade.
Há muitas coisas em nossas vidas que distorcemos, omitimos e generalizamos.
Imagine o que podemos perder por não aprimorarmos nossos filtros? Deixamos de enxergar oportunidades, manifestações de carinho, anulamos pessoas e aumentamos nosso “zoom” particular, supervalorizando acontecimentos ruins enquanto omitimos tantas coisas boas que temos ao nosso redor.
“A verdade não é o que realmente é; a verdade é aquilo que as pessoas acham que ela seja".
(Gandhi)

Analisem a questão da Causa e do Efeito... uma grande lei do Universo:
“Se não fosse por causa...” Desse modo, estamos nos colocando do lado do Efeito e em condição de vítimas. Assim, engessamos muitas possibilidades.
“Meu objetivo é ... “ Desse modo, estamos nos colocando do lado da Causa e em condição de definirmos nossos destinos, de acordo com nossas ações diretas. É o desejo forte, focado, determinando o que queremos conseguir nas nossas vidas.
Há aqueles que preferem a Linguagem Autolimitante:
-Não há nada que eu possa fazer...
-Não posso...
-Tenho que...
-Sou assim e pronto.
-Não consigo! É impossível!
-Isso sempre acontece comigo...

Há outros, porém que escolhem a Linguagem das Possibilidades:
-Eu decido. Eu posso.
-É possível. Vou experimentar.
-Sempre tem um jeito.
-O que sinto é... O que penso é...
-Eu escolho. Eu consigo.
-Vou fazer. Vai dar certo.

O importante é sabermos que podemos abrir espaço e oportunidades para construirmos TUDO aquilo que desejamos. Não há sorte ou má sorte, há o desejo real, verdadeiro, impulsionador que nos leva ao encontro dos nossos mais íntimos sonhos. Podemos tudo... tudo mesmo: de bom e de ruim.
Profissionalmente falando, sorte não existe. Trata-se da soma de conhecimento, desejo e oportunidade. Devemos assumir a responsabilidade pela abertura de espaço para os acontecimentos na vida e não nos apegarmos às coisas que não forem de nossa responsabilidade.
A dica é: FOCO naquilo que queremos! Estabelecermos os nossos “por quês!” O “por quê" quero é muito mais forte de “o que eu quero”! Pois, quem encontra o seu “por quê?”, encontrará o seu “como?” e transformará a sua vida em uma grande boa causa, gerando um grande bom efeito.
É importante estar isento de julgamentos e não construir histórias a partir de pedaços de versões, completando lacunas. O maior risco disso é acreditar nessas histórias e acabar desistindo de pessoas, de sentimentos, de oportunidades.
Julgar pressupõe colocar suas verdades acima das verdades do outro, impondo o seu Mapa Mental e deixando de enxergar as várias realidades da vida que ampliam nosso olhar e fazem vislumbrar novos horizontes.
Não nos prendamos em coisas pequenas! Que possamos olhar a vida sob a infinita possibilidade que ela nos apresenta a cada dia.

Termino com uma metáfora que ouvi de um grande palestrante, responsável pela DE de Atibaia, da BSGI, Richard Lima e que merece ser pensada por todos nós:
"Um vagalume fugia do bote de uma cobra, até que cansado, resolveu perguntar-lhe:-Antes de você me comer, posso lhe fazer três perguntas? A cobra consentiu. O vagalume questionou:
-Faço parte da sua cadeia alimentar? A cobra: -Não!
-Fiz algum mal a você? A cobra: -Não!
-Então por que você quer me comer?
E a cobra, então: -Porque não suporto o seu brilho!!!"

Aí está... vale pensarmos e cuidarmos muito bem do nosso Mapa Mental e... de repente, até, tomarmos cuidado para julgar o Mapa Mental do outro!

Hai!
Sandra Lúcia

Um comentário:

  1. Sempre que meu filhinho de 03 anos, vem me contar que o primo bateu, que o outro empurrou, que ele machucou, procuro tentar colaborar com o mapa mental dele dizendo: Filho isso não foi nada, porque acredito nas palavras de nosso Irmão Jose(*) que faz sentido com o que você expõe nesta postagem "Se disseres, ante um problema que surge: 'isto não é nada 'de fato o problema será nada. Pode até que seja alguma coisa, mas gradativamente, se reduzirá de tamanho e complexidade...

    (*)Livro de Ânimo Firme
    psicografia de Carlos A. Baccelli

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